quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Hobby, sweet hobby

Desenhar, passear, ler um bom livro, colecionar coisas, escrever, tocar instrumentos musicais, praticar um esporte, jardinagem, brincar e cuidar dos bichos de estimação, jogar conversa fora, ser voluntário. O que essas atividades têm em comum? Vamos falar um pouco sobre isso...


Também conhecido como passatempo ou mania, o hobby é um termo inglês que denomina uma atividade de descanso praticada geralmente durante as horas de lazer*. Praticado sozinho ou coletivamente, pode se manifestar de diferentes formas: de atividades intelectuais, como escrever, ler e filosofar até atividades práticas, como esportes, culinária, pintura etc.

Um hobby pode ter vários benefícios: além de passatempo, ele amplia o conhecimento, desenvolve valores, alivia o estresse de forma natural e potencializa talentos. Não raro, um hobby pode se tornar uma profissão ou parte dela.

Alguns podem ser temporários, acompanhando uma moda: são as chamadas febres ou manias – geralmente vinculadas à música, objetos (como brinquedos), esportes e programas de TV.

Um hobby, entre outros, que atravessou a infância e que mantenho até hoje é desenhar carros. Mas não copiando os já existentes. Falo de criar meus próprios carros. Carros com a minha marca. O nome da marca? Donato Motor Company, é claro.

Por falta de prática, costumo desenhá-los apenas de perfil ou de frente. Quando comecei, não havia computador em casa, mas eu tinha as últimas páginas de qualquer caderno de escola – de longe, o lugar mais perfeito para se desenhar. Com uma moeda, eu traçava as rodas. Com uma régua, alinhava o piso do carro. O resto era pura imaginação.

E lá se vão quinze anos desde que desenhei o primeiro carro com a minha marca fictícia. E tive a oportunidade de celebrar isso recentemente. No Blog Irmão do Décio, que trata sobre design de automóveis, existe uma seção chamada Artistas de Plantão. Nela, cada um pode enviar o seu desenho, sendo você um profissional ou não. É uma ótima forma de compartilhar esse hobby que temos em comum.

O tema do desenho dessa seção costuma ser definido (um tipo específico de carro) ou livre. O tema de fevereiro foi criar uma marca fictícia e dela apresentar um carro popular de baixo custo. Assim nasceu o carro que ilustra essa postagem, o Donato Lion. Hoje, com o computador, consigo melhorar um pouco os traços feitos no papel. Ainda não tenho os programas que criam projetos em 3D, mas dá para o gasto.

No ano passado, navegando pela internet, descobri uma nova geração de “projetistas” – ou “designers”. Desenhando carros com a mesma idade que eu tinha quando comecei, eles divulgam suas ideias em blogs dedicados às suas marcas. Além do desenho, eles descrevem todos os detalhes de seus projetos, como motorização, equipamentos e até preços. Coisa de gente grande.

Alguns deles, já mais crescidos, estão estudando para se tornarem designers profissionais. Talvez algum deles projete nossos próximos carros – ou mesmo os carros dos nossos filhos, no futuro. Como eu disse, um hobby pode mesmo se tornar uma profissão.

Termino essa postagem com uma sugestão óbvia: valorize o seu hobby. Nesse mundo tão corrido, você precisa separar um tempo para você. Um tempo para fazer o que gosta. Para se divertir e desenvolver o que há de melhor em você. Se puder compartilhar com outras pessoas que tem o mesmo passatempo, melhor ainda. Pense nisso.

Ah, sim: para conferir o projeto Lion, aqui vai o link do Blog Irmão do Décio:

http://irmaododecio.blogspot.com/2011/02/artistas-de-plantao-2011-fevereiro.html

Aproveite o seu hobby! Sucesso!

Leonardo Donato

* Definição da palavra hobby: Dicionário Michaelis.
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quinta-feira, 30 de dezembro de 2010

Receita de Ano Novo


Desejando um 2011 fantástico, deixo aqui meu abraço e um poema: Receita de Ano Novo, de Carlos Drummond de Andrade.


Para você ganhar belíssimo Ano Novo
cor do arco-íris, ou da cor da sua paz,
Ano Novo sem comparação com todo o tempo já vivido
(mal vivido talvez ou sem sentido)
para você ganhar um ano
não apenas pintado de novo, remendado às carreiras,
mas novo nas sementinhas do vir-a-ser;
novo até no coração das coisas menos percebidas
(a começar pelo seu interior)
novo, espontâneo, que de tão perfeito nem se nota,
mas com ele se come, se passeia,
se ama, se compreende, se trabalha,
você não precisa beber champanha ou qualquer outra birita,
não precisa expedir nem receber mensagens
(planta recebe mensagens? passa telegramas?)

Não precisa
fazer lista de boas intenções
para arquivá-las na gaveta.
Não precisa chorar arrependido
pelas besteiras consumidas
nem parvamente acreditar
que por decreto de esperança
a partir de janeiro as coisas mudem
e seja tudo claridade, recompensa,
justiça entre os homens e as nações,
liberdade com cheiro e gosto de pão matinal,
direitos respeitados, começando
pelo direito augusto de viver.

Para ganhar um Ano Novo
que mereça este nome,
você, meu caro, tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo novo,
eu sei que não é fácil,
mas tente, experimente, consciente.
É dentro de você que o Ano Novo
cochila e espera desde sempre.
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quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Queimar as naus

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Dentre os resumos que já postei (e que ainda postarei aqui), esse* é um dos meus favoritos. Isso porque o tema serve para todos nós, sempre que precisamos tomar uma decisão importante. Se você, como eu, tem dificuldades nessas horas, recomendo a leitura...


Agátocles, conhecido como o Tirano de Siracusa, numa expedição marítima para conquistar Cartago, ao desembarcar, mandou queimar todos os seus próprios navios, no porto. As tropas, então, avançaram e conquistaram o território.

Por que isso? Por que queimar as naus?

Para não ter volta. Para eliminar totalmente a possibilidade de desistir e recuar.

Os vikings também faziam isso. Quando chegavam no lugar onde decidiam ficar, queimavam seus navios. Há outros exemplos semelhantes na história, com o mesmo propósito: impedir qualquer pensamento de recuo. Na conquista de Cartago, esse foi o fator decisivo. Foi o que fez os soldados terem garra para vencer, uma vez que sabiam que não haveria volta.

Esse exemplo histórico nos leva à seguinte pergunta: quando você, que está lendo, toma uma decisão importante, sendo ela de ordem pessoal ou profissional, você queima o barco e segue em frente ou deixa esse mesmo barco esperando na praia, para o caso de alguma coisa errada acontecer, garantindo a sua segurança?

Quando deixamos o barco na praia, esperando a gente voltar, temos a tentação e a chance de desistir. Não lutamos para valer, porque temos certeza de que, ao menor sinal de risco, podemos largar tudo e fugir de volta para nossa zona de conforto.

Quantas vezes começamos um projeto e, no meio do caminho, paramos e voltamos. Quantas vezes não nos comprometemos totalmente e ficamos pensando na possibilidade de voltar – ou até de não ter ido, de não ter nem começado.

É o caso de casais que começam um relacionamento já pensando em uma separação. Não consideram a decisão como algo definitivo. Não queimam as naus da vida de solteiro. O barco está sempre na praia, esperando. Quando mal acontece a primeira discussão, cada um corre para o seu barco.

É também o caso de estudantes que começam uma faculdade ou um curso e desistem logo em seguida, alegando não terem gostado, sendo que mal começaram as aulas. Ou o caso de líderes que não continuam seus projetos, por medo de algum fracasso.

Ao tomar uma decisão, é necessário queimar as naus e seguir em frente. Caso contrário, como diz um ditado, você ficará com um pé no cais e o outro pé na balsa. Não se entregará de verdade.

Claro que não devemos confundir perseverança com teimosia – dar murros em ponta de faca, insistindo em coisas que não funcionam. Nesse caso, temos que recomeçar, refazer nossos planos.

Mas se a vitória é possível, mesmo que incerta, temos que insistir. Você só terá certeza de que tomou a decisão certa depois de vencer os seus medos e enfrentar o desafio de frente.

Lembre-se: deixando o barco na praia, você sempre vai considerar a opção de não se arriscar. Mas quando não há barco algum esperando, o que você vai fazer? Terá que avançar, caminhar, seguir em frente, até vencer.

“Assim, para vencer é preciso ter a coragem de queimar as naus” (Luiz Marins).

Leonardo Donato

* Resumo do programa de TV Motivação & Sucesso com o prof. Marins, exibido no dia 16/11/03.
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segunda-feira, 6 de setembro de 2010

O maior atributo


Este é um resumo de uma parte do vídeo Motivando para Vencer*, que assisti no curso técnico e também na faculdade. Esse trecho trata sobre o maior atributo do ser humano – e o melhor momento para colocá-lo em prática. Acompanhe...


Consideramos a inteligência a principal característica do ser humano. Na realidade, ela “é um farol que ilumina o caminho, mas não faz caminhar”. Por si só, a inteligência não resolve um problema. O maior atributo é, esse sim, a liberdade – ou , mais precisamente, a vontade de fazer as coisas.

Mas somos fracos quando o assunto é vontade. Veja a leitura, por exemplo: ao pegar um livro, uma das primeiras coisas que fazemos é olhar na última página para saber quantas páginas a publicação tem. Depois, verificamos o tamanho da letra (já que uma letra graúda anima a leitura).

Então você resolve ler o livro, no lugar mais tranquilo da sua casa: a sua cama. Você deita de bruços sobre o livro e, dez minutos depois, já não aguenta mais o peso do corpo. Senta-se. Mais dez minutos e os braços entregam os pontos. Com tanto desconforto, nem prestamos atenção no que foi lido nas últimas dez páginas.

Perceba que é preciso querer. É preciso fazer as coisas com vontade, com o sentimento de fazer. A gente tem que acordar a pessoa desistente, cansada e acomodada que vive dentro de nós. Einstein dizia que a vida é constituída de 99% de transpiração e 1% de inspiração. Assim, a inteligência só tem valor quando é aplicada. E somos livres para decidir o momento em que essa inteligência será aplicada.

Mas quando somos realmente livres? Vejamos:

Passado – preste atenção: o que você fez, pensou ou falou, seja a um minuto ou a vinte anos atrás, não te pertence mais. Você não tem domínio sobre o seu passado. Tendo tomado um café que lhe provocou uma dor de barriga, você pode tomar um sal de frutas, mas não pode recusar o café que já tomou. Segundo filósofos franceses, nós passamos até 70% do nosso tempo vivendo o passado – muitas vezes lembrando de coisas que não fizemos e deixando o arrependimento tomar conta.

Futuro – assim como tudo o que é passado, aquilo que ainda vai acontecer também não nos pertence. Como você pode viajar para Salvador hoje, se o voo é amanhã? Mesmo assim, passamos 25% do nosso tempo vivendo o futuro. Ansiedade, medo do futuro e devaneios são alguns dos sintomas desse vício. É importante entender que não existimos a um minuto atrás ou um minuto à frente.

Presente – você existe aqui e agora. É no presente que as coisas acontecem. Porém, só ocupamos 5% do nosso tempo vivendo o momento presente. Vivemos deixando o presente passar.

Se observamos o pêndulo de um relógio de parede (daqueles antigos), temos a impressão de que ele vai e volta. Na realidade, ele só vai: com os movimentos de rotação e de translação da Terra, o pêndulo sempre ocupa um novo espaço no universo.

Esse conceito parece muito filosófico, mas ilustra bem um fato que todo mundo esquece: cada segundo é um momento absolutamente único – e que não deve ser desperdiçado. Lembre-se: a vida se resume ao agora. Por isso, ninguém tem o direito de ser metido ou de querer se economizar.

Lembrando os conceitos até aqui, temos a seguinte conclusão:

“Viver é dirigir a inteligência e a vontade no momento presente” (Luiz Marins).

Claro que isso não deve significar ativismo – ou seja, pensar somente no presente. Você pode e deve planejar o futuro. Mas deve fazer com o sentimento de fazer, concentrando-se no que você está fazendo e colocando suas idéias em prática.

Leonardo Donato

* Motivando para Vencer (prof. Luiz Almeida Marins Filho - PhD.)
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Chegou a hora...


Passados quatro anos, que pareciam tão longos no início, mas que passaram tão rápido, quando olho para trás, chegou o momento da formatura. Momento de alegria, de muitas lembranças e de agradecer a todos que, de algum modo, contribuíram nessa caminhada. Um ciclo que se fecha e um novo que se abre. Peço licença para postar algo diferente. Não é um resumo, nem uma dissertação. É o texto de abertura da minha colação de grau – uma poesia traduzida de Douglas Malloch (1877-1938), poeta e escritor americano. Sem dúvida, um texto inspirador. Confira...


Se você não puder ser um pinheiro no topo da colina,
Seja um arbusto no vale – mas seja
o melhor arbusto à margem do regato.
Seja um ramo, se não puder ser uma árvore.

Se não puder ser um ramo, seja um pouco de relva
E dê alegria a algum caminho;
Se não puder ser o grande Lúcio, seja apenas uma pesca,
Mas a pesca mais viva do lago!

Não podemos ser todos capitães, temos que ter tripulação.
Há alguma coisa para todos nós aqui.
Há grandes obras, e outras menores, a realizar.
E é a tarefa próxima que devemos empreender.

Se você não puder ser uma estrada, seja apenas uma senda
Se não puder ser o sol, seja uma estrela;
Não é pelo tamanho que terá êxito ou fracasso –
MAS SEJA O MELHOR DO QUE QUER QUE VOCÊ SEJA!!!
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sexta-feira, 6 de agosto de 2010

As 8 horas que fazem a diferença


Depois de terminado um longo período de ansiedade e estresse, concluindo a graduação e o projeto que atende pela sigla TCC (e depois de muitos copos de café), estou de volta (ufa...). E volto com o resumo* de um tema muito legal, que tem a ver com qualquer pessoa que deseja fazer a diferença na vida pessoal e profissional... Boa leitura!


Você trabalha oito horas? Tudo bem. Você dorme oito horas? É preciso dormir bem. Mas, e as oito horas restantes? O que você tem feito delas?

O dia tem 24 horas para todas as pessoas. Ninguém tem um minuto a mais. Se dividirmos essas 24 horas em três blocos de 8 horas, teremos, teoricamente, 8 horas de descanso, 8 horas de trabalho e 8 horas... de quê, mesmo?

São nessas 8 horas, não necessariamente definidas, que somos desafiados a fazer a diferença. É nesse tempo que você pode se aperfeiçoar e crescer, não só como profissional, mas como pessoa. Como isso depende da nossa vontade (e nossa vontade é bastante fraca), geralmente desperdiçamos esse tempo. E, só para variar, procuramos o que é mais cômodo, mais confortável:

Fazer um curso noturno? Mas e a novela?
Ler um livro no trajeto casa-trabalho ou antes de dormir? Ah, não... Ler é muito chato...
Ir ao cinema ou ao teatro? Não... Nesse frio?
Fazer uma atividade física? Nem pensar... Depois de um dia de trabalho, é banho e cama!

Esse tempo desperdiçado não volta nunca mais. E as consequências são bastante sérias:

Como ser promovido (ou promovida) no emprego, se você não aprende coisas novas?
Como melhorar a sua saúde se você não se exercita nem de vez em quando?
Como manter a família unida, se você prefere o happy hour no bar depois do expediente, em vez de voltar para casa?

Perceba que é preciso querer. É preciso ter uma disciplina muito forte, uma decisão muito firme para mudar o comportamento. Isso não é nada fácil, porque tudo o que fazemos se torna hábito. Para quebrar um hábito, é necessário desenvolver outro – e isso leva tempo e exige dedicação.

Para ajudar nessa tarefa, na qual todos nós temos dificuldade, pense no seguinte: o que é transitório e o que é permanente?

A novela ou o conhecimento que você adquire em um novo curso?
O noticiário da TV ou o que você aprende (ou reaprende) lendo um livro?
O bar ou o tempo que você passa em casa, com seus filhos e esposa (ou marido)?

Não há nada mais permanente do que aquilo que você aprende e as relações que constrói dentro da família. Lembre-se que nenhum plano econômico do governo pode tirar o seu conhecimento. Nenhuma medida provisória pode roubar o carinho que você pode ter dentro de casa.

Pergunte-se: o que tenho feito das oito horas além do sono e do trabalho? Tenho criado a diferença necessária para vencer nesse mundo competitivo? Faço algum planejamento para a ocupação inteligente desse tempo livre? Invisto nessas 8 horas para o meu desenvolvimento pessoal e profissional?

“Um minuto mal gasto é um minuto que jamais será recuperado” (Luiz Marins). Esse tempo não volta.
Pense nisso.

Leonardo Donato

* Resumo do programa de TV Motivação & Sucesso com o prof. Marins, exibido no dia 27/10/02.
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sexta-feira, 21 de maio de 2010

Um quarto de século...

Graças ao "Trabalho Complicado pra Caramba", mais conhecido como TCC (da graduação), quase não pude postar alguma coisa sobre essa data: 23 de maio de 2010.

25 anos... Um quarto de século...

Algumas histórias pra contar; muitas outras a escrever.

Algumas realizações; muitos sonhos para o futuro.

Muito já aprendido; muito ainda a aprender (muito mesmo).
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Pouco tempo para escrever, mas muito a agradecer:

A Deus, pelos dons e pelas bençãos que recebo todos os dias e pela paciência, por eu ser tão distraído, não percebendo tudo o que Ele faz;

A Nossa Senhora, pela proteção e também pela paciência, por me ouvir todas as noites;

Aos meus pais, pela dedicação e pelo carinho que eu não teria encontrado em nenhum outro lugar;

Aos meus irmãos, pelos momentos fantásticos que já tivemos e pelos que ainda estão por vir;

A toda a minha família, pela formação única;

Aos meus amigos, pela impagável amizade sincera;

Aos professores que encontrei dentro e fora da sala de aula, pelo aprendizado.

Muito, muito obrigado!
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